segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Giro Cultural



II Entoada Nordestina de São Caetano do Sul


23/10 das 10h ás 22h

Grátis

Local: Bosque do Povo - Bairro São José SCS


Folia de Reis

Cacuriá

Puxada de Rede

Maracatu

Forró

Sambada de Cavalo Marinho

Boi-Bumbá

Banda de Pífanos

sábado, 16 de outubro de 2010

Giro Cultural


Bafafá edição especial com participação do grupo GUMBOOT DANCE BRASIL

Afro Electro + Thiago França

Dj's
Kiko Dinucci
Samuca
Brechó


Rua Augusta, 1246 SP R$ 10

sábado, 9 de outubro de 2010

Programação


No próximo final de semana 16 e 17 de outubro das 10h ás 18h no espaço Ninho Sansacroma,
Capulanas Cia de Artes realizará o I Ciclo de Palestrasdo Projeto Pé no Quintal.
Palestras:
16/10 - Corpo e Identidade
17/10 - Expressão do corpo e da figura humana na culturas tradicionais da África
Veja mais no link abaixo:

domingo, 3 de outubro de 2010

Rodando a Saia pelo Brasil


Batuques do Sudeste

Batuque de Umbigada

O Batuque de Umbigada era praticado pelos escravos das lavouras de café e cana de açúcar do interior de São Paulo, tem como principal função festejar a fertilidade, sendo que o elemento principal da coreografia é a Pungada ou Umbigada.


Dança em duas filas, uma dos homens e a outra das mulheres. Onde eles se cumprimentam e cada casal pungam (encosta um umbigo no outro) e as mulheres mais velhas do batuque aconselham que o ideal é umbigar por três ou quatro vezes, assim os homens não se apaixonam.


Essa manifestação vem sendo preservada e transmitida por gerações em Capivari,Piracicaba e Tietê acreditando que tem uma espiritualidade muito grande, na cultura banto existe a visão de que o umbigo é a nossa primeira boca e o ventre nossa primeira casa, a umbigada celebre esse momento em que eles se tocam, um agradescimento ao Dom da concepção.


No Batuque se utiliza:


Tambú - Tambor feito do tronco oco de árvore

Quinzengue - Tambor mais agudo

Matracas - Pauzinhos que batem no tambú

Guaiás - chocalhos de metal em forma de cone


Todos os instrumentos que levam couro são afinados na fogueira


Veja mais informações nos sites:





terça-feira, 28 de setembro de 2010

Carta da Terra Para Crianças



A Carta da Terra para Crianças tem como finalidade a divulgação dos principios da Carta da Terra para o público Infantil, para germinar a idéia que outro mundo é possivel e acreditando que as crianças continuam sendo a esperança de um mundo melhor.
Junto com todos os povos da Terra nós formamos uma grande família. E cada um de nós compartilha a responsábilidade pelo presente e o futuro bem estar da família humana e de todo o mundo dos seres vivos.
Visite o site e conheça mais da Carta da Terra em duas versões:

Mudanças Climáticas pelos Olhos das Crianças



Crianças de Todo Mundo foram convidados a participar da campanha Paint 4 Planet criada pelas Nações Unidas como forma de promover a Conferência das Partes sobre o Clima.

Pinturas Coloridas e expressivas, meninos e meninas surpreenderam com desenhos cheios de técnicas e sensibilidade.


Veja mais no site:


htth://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/criancas-mostram-desenhos-e-sensibilidade-quanto-a


















sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Ibeji Ib - Nascer eji - Dois




27 de Setembro é um dia tão bunito

criança come doce e ainda chupa pirulito
Ilaiêêê Ilaiê

Ilaiê la la ê Ilaiê
( Jongo da Serrinha)


Ibeji

(ib: nascer , eji: dois)


Os Ibeji representam a solidariedade, estão ligados ao principio da dualidade e de tudo que vai nascer, criar e brotar. É a divindade da brincadeira, da alegria; sua regencia esta ligada a infancia. É o orixá que rege a inocência, a ingenuidade da criança.

Cada Nação (Angola, Gege, Ketu, Mina e Nagô) tem uma forma de chamá-los (os Ibejis, Cosme Damião, os Mabaças, os Gêmeos e os Santos Meninos) e de sauda-lós (Bejé Erô!!). São Divindades Infantis, Orixás Crianças, a grande cerimônia didicada a esses Orixás são dia 27 de setembro e 12 de outubro, quando comidas como caruru, vatapá, bolinhos, doces, picolés são oferecidos tanto para os Orixás quanto para crianças.

O encantamento dos Ibejis é fácil, basta alegrar uma criança e isso irá gerar dentro de si a felicidade de estar vivendo. Transmita essa felicidade, contageie seu próximo com ela. Se encante e encante os Ibeji com a magia do sorriso, com o amor de uma criança.


Edite Neves


Uma das Lendas do Ibeji



O Adivinho Ifá morava em um povoado africano e tinha 16 búzios mágicos que ajudava as pessoas. Ele gostava de ajudar seus consulentes a se defender da Morte e dizer quando ela estava por perto e os ensinava a manda-lá embora. E por conta disso a Morte decidiu perseguir Ifá.


Um dia Euá Mulher Misteriosa, cheia de segredos, sempre calada, solitária estava lavando roupa no riacho, quando foi surpreendida por gritos aterrorizados. Desesperado ele implorava:

- Me ajuda que a Morte asquerosa me persegue.

Ela reconheceu Ifá do povoado e perguntou:

- O que a Morte quer contigo?

- Me levar pra eu não ajudar ninguém com minhas adivinhações.


Ela era de pouca conversa, mas de bom coração e decidiu socorrê-lo e disse:

- Esconde aqui embaixo da minha saia e a Morte não vai te encontrar .


A Morte toda desgrenhada, fedida, catarrando pelo chão passou perguntou pelo Adivinho e Euá assustada apontou para o lado da floresta.

Ela sentia o movimento de Ifá debaixo de sua saia, mas Euá tentava manter a calma pra Morte acreditar nela.


Assim que a repugnante Morte desapareceu no horizonte, Euá levantou a saia e libertou Ifá que ficou muito grato e lhe presenteou com um punhado de buzios e prometeu que iria jogar os mesmos pra Moça Misteriosa e que ela teria um futuro glorioso.

Mas Euá queria um futuro simples e disse:

- Quem me dera um dia ser mãe! É tudo que desejo nesta vida.

Ifá sentenciou - hás de ser, hás de ser!


Passaram-se alguns meses e Euá deu a luz dois filhos gêmeos, que cresceram forte, bonitos e levados. Sempre quando Euá passava com os meninos nas ruas do povoado, alguém dizia:

- La vai Euá com seus filhos Ibeji, eles não são a cara do Adivinho.

Euá suspira cada vez que lembra desse episódio com o Adivinho Ifá, ela nunca mais o encontrou, ma sempre ouvia contar seus episódios.
Quem conta um conto aumenta um ponto e quem souber que conte outro.
Edite Neves
Bibliografia
Prandi, Reginaldo. Ifá o Adivinho, companhia das Letrinhas. São Paulo, 2002

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Sucata divertida

Por Edite Neves

Vai lá: Oficina de brinquedo de sucata_ http://percussaoesucata.blogspot.com/

O brincar é uma ação que envolve múltiplas aprendizagens, pois a brincadeira não é algo dado na vida do ser humano, ou seja, aprende-se a brincar desde cedo nas relações que os sujeitos estabelecem com os outros, com o meio e com a cultura. Pois, o brincar não apenas requer muitas aprendizagens, mas constitui um espaço de aprendizagem. O brincar também supõe um aprendizado de forma particular de relação com o mundo ainda que marcada pelo distanciamento da realidade com o da vida comum, mesmo que sendo ela o referencial
A criança tem possibilidade de mudança e renovação da experiência humana, o que para nós adultos, muitas vezes não somos capazes de perceber, pois, ao olharmos para ela queremos ver a nossa própria infância espelhando o futuro adulto que se tornará.
Na nossa realidade sócio-cultural não contempla as práticas junto às crianças, mas é preciso que ocorra uma alteração nas rotinas, nas grades de horários, na organização dos conteúdos e das atividades abrindo um espaço para que possamos junto com as crianças brincar e produzir cultura. Porque muitas vezes estamos aprisionados pelos horários e conteúdos rigidamente estabelecidos e não encontramos um espaço para incluir a brincadeira no nosso cotidiano seja escolar ou não.
A liberdade no brincar se configura no inverter a ordem, virar o mundo de ponta-cabeça, fazer o que parece impossível transitar em diferentes tempos. A noção de liberdade está associada, entretanto, não à ausência de regras, mas à criação de formas de expressões e da ação do brincar.
É no brincar que as crianças vão se constituindo como agentes de sua experiência social organizando com autonomia suas ações e interações, elaborando planos e formas de ações conjuntas, criando regras de convivência social e de participação nas brincadeiras.
A criança esta sempre disposta a brincar com os diferentes materiais e/ou brinquedos o importante é se encantar e deixar o faz-de-conta acontecer como se fosse a única coisa importante, naquele momento.

Coisa de muito brincar ou O Brincar da Educação Infantil

Por Edite Neves *

Durante minha trajetória profissional pude perceber o quanto os jogos e as brincadeiras influenciam na aprendizagem dos educandos, pois o jogo está presente na humanidade desde as antigas civilizações, perpassando os diferentes contextos sociais. Por esse motivo Huizinga (2005) considera o jogo como um ato cultural em uma perspectiva histórica, pois é possível encontrar o jogo na cultura como um elemento dado, porque já estava presente mesmo antes dela, acompanhando-a e marcando-a desde as mais remotas origens até o momento atual.
Com o passar dos tempos os jogos evoluíram, mas ainda se mostram presentes e importantes no auxílio do desenvolvimento do ser humano, principalmente quando nos referimos às crianças em idade pré-escolar, as quais praticam atividades lúdicas (jogos, brincadeira e brinquedos) que englobam o esforço físico/mental para mobilizar as disposições cognitivas, sociais e emocionais. Estas disposições são de alto valor significativo para a formação da personalidade da criança. Outro aspecto importante na prática de atividades lúdicas refere-se à sociabilidade, pois a criança ao praticar jogos coletivos tem que organizar as ações.
A brincadeira e o brinquedo foram introduzidos na escola de Educação Infantil por Froebel com o objetivo de estimular o desenvolvimento da criança e possibilitar a socialização entre os alunos, quando o brincar fosse em grupo. As idéias de Froebel revolucionaram a educação, porque ele teve a inspiração a partir do seu amor pelas crianças e pela natureza, e por isso abriu o primeiro jardim de infância depois de trabalhar com Pestalozzi. Após esse período dedicou–se à formação de professores e à elaboração de métodos para a instalação do jardim de infância.
Em 1837 surgiu o kindergarden (Jardim de Infância), neste local as crianças eram consideradas como plantinhas do jardim, cujo jardineiro seria o professor que iria cuidar dela para que tivesse um bom desenvolvimento. Froebel (1998) foi o precursor na utilização do brinquedo como material didático e atividades como desenhos que envolvem ritmo e movimento que auxiliam a criança conhecer primeiramente os membros de seu próprio corpo, para em seguida identificar os movimentos das partes do corpo. A atividade e a reflexão são os instrumentos de mediação desse processo não diretivo, o que garante que os conhecimentos brotem, sejam descobertos pela criança de forma mais natural possível.
É neste fator que OLIVEIRA (2000) relata Vygotsky diverge de Froebel, pois para ele a infância e seu desenvolvimento estão fortemente conectados com a educação e com a sociedade na qual a criança está inserida, e que não existe uma infância universal, única e natural, contudo o desenvolvimento é passível de mudanças históricas. Por esse fator Vygotsky, Luria e Leontiev (1998) explicam que desde o nascimento da criança o seu aprendizado está relacionado ao seu desenvolvimento, o qual irá ocorrer por processos internos que necessitam estar em contato com outro indivíduo e com um ambiente cultural, ou seja, para o desenvolvimento ocorrer são necessários situações propícias para o aprendizado.
No entanto para Piaget o sujeito nasce com determinada estrutura que lhe possibilita adaptar-se ao meio, ou agir em relação aos objetos. Essa adaptação realiza-se a partir de um fator denominado equilibração, que compreende os mecanismos de acomodação e assimilação correspondente, de forma análoga e complementar, ás condutas imitativas e lúdicas
Esses estudiosos enfatizam que o ser humano cresce num ambiente social e a interação com outras pessoas são essenciais ao seu desenvolvimento. Eles dizem ainda que “todas as funções no desenvolvimento da criança aparecem duas vezes: primeiro, no nível social e depois no nível individual; primeiro entre pessoas (interpsicológica), e, depois, no interior da criança (intrapsicológica)”. (Vygotsky, Luria e Leontiev, 1988, p. 64).
Devido a este conceito é possível perceber porque é dada suma importância a internalização como processo, entretanto esta função está intimamente atrelada à atividade social externa, para que ela se torne em uma atividade individual interna, ou seja, as interações sociais são imprescindíveis tanto para o desenvolvimento como para as transformações dos aspectos sociais, morais e cognitivos da criança. Entendo que a brincadeira tem como função inserir regras que farão parte do cotidiano escolar e fora dele, e despertar o raciocínio lógico e a linguagem. É uma maneira da criança se comunicar porque está relacionando-se com o outro.
Quando a criança está brincando ela consegue recriar a sua realidade principalmente quando a brincadeira for o “faz de conta”, porque ele possibilita a integração e adequação dos desejos, sonhos e fantasias à realidade, e ainda consegue integrar o passado ao presente, através das lembranças que carrega consigo, contribuindo assim para a construção de sua memória.
Piaget (1975) diz que a imaginação é uma fonte da representação, à qual fornece essencialmente, seus “significantes” imaginados. No terreno do jogo e da imitação, pode-se acompanhar de maneira contínua a passagem da assimilação e da acomodação sensório-motora. Esta fase pode ser associada à fase pré-verbal do desenvolvimento, onde a ação da criança no mundo é feita por meio de sensações e movimentos, sem mediação de representações simbólicas.
Para Piaget (1975, p. 117), “... os esquemas momentaneamente inutilizados não poderiam desaparecer sem mais nem menos, ameaçados de atrofia por falta de uso, mas vão exercitar-se por si mesmos sem outra finalidade que o prazer funcional, ligado ao exercício”. Ou seja, os jogos podem ter duas funções seja de consolidar os esquemas formados ou de dar prazer ou equilíbrio emocional à criança. Na teoria de Piaget existe o jogo de exercício que imita o que já foi vivido utilizando a ação (esquema sensório-motor), enquanto que no jogo de imaginação repete o que foi vivido usando a representação (esquema simbólico).
O brincar na escola é um meio real de aprendizagem que possibilita desenvolver os aspectos cognitivos, afetivos, físicos, motores, morais, lingüísticos e sociais. Isto ocorre a partir da construção que a criança consegue fazer em interação com o meio físico e social.
Toda escola de educação infantil deve providenciar um espaço para o brincar e materiais pedagógicos que serão utilizados como instrumentos para o desenvolvimento da criança.
O educador afirmar que o brincar é uma ação que envolve múltiplas aprendizagens, pois a brincadeira não é algo dado na vida do ser humano, ou seja, aprende-se a brincar desde cedo nas relações que os sujeitos estabelecem com os outros e com a cultura. Pois, o brincar não apenas requer muitas aprendizagens, mas constitui um espaço de aprendizagem. O brincar também supõe um aprendizado de forma particular de relação com o mundo ainda que marcada pelo distanciamento da realidade com o da vida comum, mesmo que sendo ela o referencial.
Quando temos a possibilidade de observar situações de brincadeiras coletivas organizadas por crianças, podemos aprender muito sobre as crianças e os processos de desenvolvimento e aprendizagem envolvidos em suas ações.
A liberdade no brincar se configura no inverter a ordem, virar o mundo de ponta-cabeça, fazer o que parece impossível transitar em diferentes tempos. A noção de liberdade está associada, entretanto, não à ausência de regras, mas à criação de formas de expressões e da ação do brincar.
Hoje é possível encontrar diversas discussões sobre a função do jogo nas instituições pré-escolares, seja quanto à natureza do jogo infantil como um ato de expressão livre, ou fim em si mesmo ou ainda como um instrumento metodológico capaz de conhecer os interesses e necessidades da criança.
Quando o educador utiliza a atividade lúdica como recurso didático ele deve ter claro os objetivos que deseja atingir com as atividades utilizadas. Essas atividades lúdicas devem ser articuladas de forma integrada, ou seja, considerar a criança como um ser integral.
Concluimos que no brincar que as crianças vão se constituindo como agentes de sua experiência social organizando com autonomia suas ações e interações, elaborando planos e formas de ações conjuntas, criando regras de convivência social e de participação nas brincadeiras. Pois o brincar é uma atividade humana significativa, por meio da qual os sujeitos se compreendem como sujeitos culturais e humanos, membros de um grupo social e que como tal, constitui um direito a ser assegurado na vida do homem.
O brincar com o outro, portanto é uma experiência de cultura e um complexo processo interativo e reflexivo que envolve a construção de habilidade, conhecimento e valores sobre o mundo.
*Artigo escrito para a finalização da disciplina Práticas Teatrais no Ensino de Teatro-Educação, da professora Ingrind Koudela

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Quando degrau vira música

Por Joana Côrtes

Quando o professor disparou a falar ligeiro tudojuntoaomesmotempoagora sobre conceitos e nomes aparentemente estranhos e complicados da hiper modernidade eu fiquei me perguntando o que eu e minha preta de Itaquera (Edite) tínhamos a ver com Lipovetsky, modernidade líquida, cultura da interface e a maçã do Steve Jobs?
Pela Nossa Senhora do Maria Antônia, tudo parecia realmente difícil. E distante. E o pior: desconectado das nossas práticas. Aos pouquinhos as coisas foram se ligando.
Daquela primeira aula numa segunda-feira de agosto, me ficaram duas questões fortes. Ou melhor, três. A primeira, a de que são essencialmente as ideias, e não mais as coisas, que regulam conceitualmente o cotidiano. A segunda, a de que essas ideias podem ser ferramentas divertidas e úteis de provocar, resolver, criar, ressignificar as questões da nossa realidade, ali, do nosso dia a dia – seja na escadaria do metrô ou na lixeira de uma praça qualquer ou no pátio do colégio. A terceira é que dá gosto de ver quando um professor fala com prazer e interesse e paixão daquilo que gosta e disso se faz.
Depois daquela aula, toda escada rolante de metrô para mim é uma tecla de piano. Depois daquela aula, mídia digital para mim é quando degrau vira música.
Vai lá: http://www.youtube.com/watch?v=2lXh2n0aPyw